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  • Arte Francesa do Ferro no Rio de Janeiro - Eulália Junqueira
  • Roberto Burle Marx 100 anos: a permanência do instável - Lauro Cavalcanti
  • Gravura Brasileira Hoje (depoimentos) - Sesc
  • Arte-Educação: Leitura no Subsolo - Ana Mae Barbosa (org.)
  • História das Artes Plástcas no Brasil - Francisco Acquarone
  • Acasos e Criação Artística - Fayga Ostrower
  • Universos da Arte - Fayga Ostrower

segunda-feira, 19 de abril de 2010

XILOGRAVURA

"A xilogravura merece um local de honra na história da gravura por ser a mais antiga, a mais direta, e, em virtude da sua extrema simplicidade, é facilmente a forma mais democrática de um meio artístico que permite grande multiplicação de cópias. A madeira possui texturas que indicam sua idade e seu caráter, podem ser macias ou duras, com veios ou lisas. Os vegetais nutrem-se da terra, sol, água e ar, o que faz da madeira uma matéria viva e receptiva. Se a árvore for cortada no sentido do crescimento teremos a xilogravura de fio. O corte pode ser transversal ao tronco e teremos então a gravura de topo ou xilografia.O século XX compreendeu que a xilogravura possui expressão própria, e essa expressão transmite e pode corresponder a um conteúdo determinado, agreste, dramático e pessoal. "

Fui apresentado a arte da xilografia em 1992 por Anna Carolina Albernaz, uma amada mestra.



Anna Carolina Albernaz é gravadora, desenhista, ilustradora e professora. Formada no Instituto de Educação no Rio de Janeiro em 1960. Em 1973, estuda xilogravura com José Altino. Em 1989 e 1990, coordena o Núcleo de Gravura da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, EAV/Parque Lage, onde leciona xilogravura desde 1979. Entre 1984 e 1991, dá aulas na Oficina de Gravura SESC/Tijuca e, entre 1991 e 1999, na Oficina SESC/Niterói e Tijuca. Ilustra diversos livros como Do Amor, da Vida e da Morte, de Artur da Távola.

"FRÁGIL"

"POR MOTIVO FÚTIL FORAM AS VIAS DE FATO lll"


Um comentário:

  1. Conheci Ana Carolina em 1982 (salvo engano) no Parque Lage, quando eu fazia Gravura em Metal com o José Lima, de quem ela era muito amiga.
    Lembro-me dela sempre muito alegre e rindo muito com os casos que contava e ouvia do José Lima. Eu era um iniciante e muito ouvia as histórias que eles contavam.
    Nunca mais a vi. Não a vejo há muitos anos.
    Parabéns pelo Blog e pela iniciativa de tratar da xilogravura.
    Abraços,

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